Revenda em governo

25/07/2017

A porto-alegrense CGK Tecnologia acaba de receber da fabricante norte-americana de software Adobe a certificação de Revenda Especializada em Governo. A partir deste mês, só revendas com esta homologação poderão vender produtos da multinacional para o setor público no Brasil. Com isso, a CGK reforça sua estratégia de crescimento na área governamental

 

fonte:Jornal do Comércio

Adobe certifica CGK para vendas ao governo

25/07/2017

A partir de agora, revendas sem a certificação ficam proibidas de vender softwares da
fabricante a clientes da área pública. Para CGK, homologação reforça estratégia de
investimento em mercado bilionário e em expansão.

A CGK Tecnologia acaba de receber da Adobe homologação como Revenda
Especializada em Governo. A certificação fortalece a estratégia da companhia de
crescer no segmento de software para o setor público, um mercado que, só na
instância Federal, investiu R$ 2,8 bilhões em compras de Tecnologia em 2016,
conforme dados disponíveis no Portal da Transparência.
A homologação faz parte do Programa de Especialização em Governo para Revendas
Autorizadas no País, lançado pela fabricante de software este mês, e, a partir dele,
revendas não autorizadas a atuar nesta especialização não poderão fazer qualquer
tipo de venda ao setor público: nem participar de licitações ou concorrências públicas,
nem oferecer licenças pedidas por qualquer órgão governamental.
“Qualquer negociação com esferas de governo que não seja feita por uma Revenda
Autorizada Adobe e certificada na Especialização em Governo passa a ser irregular e
passível de penalização”, afirma documento divulgado pela Adobe.
O diretor da CGK, José Guido Kirst, explica que o principal motivo que levou a Adobe
a criar a homologação especial foi a ocorrência de muitas participações de revendas
sem qualificação em licitações e concorrências públicas, sem, ao final, entregarem os
produtos adequados. “Houve muitos casos, e para evitar danos a sua imagem
consolidada globalmente, a Adobe informou esta nova postura a seus parceiros”,
esclarece Kirst.
Para obter a certificação, a CGK precisou atender a requisitos rigorosos, como ser
revenda Gold da Adobe, ter histórico de resultados positivos em soluções e vendas de
software no mercado governamental comprovado por clientes, não ter tido contratos
rescindidos por justa causa por clientes de qualquer setor, ter catálogo de produtos,
website e materiais de marketing promovendo ofertas para o governo, além de ter um
grupo de funcionários dedicados a governo.
O grupo de colaboradores dedicado a contratos com governo terá, obrigatoriamente,
de passar pelo Treinamento de Especialização em Governo da Adobe uma vez por
ano.
“O setor de governo é um dos mercados que incluímos com mais força em nossa
estratégia de crescimento para 2017 e anos seguintes. Esta homologação impulsiona
nossa investida neste segmento. Nossa meta é fornecer software de qualidade, que
torne processos e pessoas mais produtivos, resultando em melhoria das rotinas das
administrações públicas e, consequentemente, dos serviços prestados à população”,
comenta José Guido Kirst, diretor da CGK.
O executivo destaca que a participação no setor governamental terá, ainda, uma
função consultiva, visando a demonstrar os ganhos que a TIC pode trazer a este
segmento e criando uma cultura de maior investimento na área.
“Hoje, segundo os dados do Portal da Transparência, o investimento feito pelo
governo federal em TIC é muito baixo. O montante de 2016 é bilionário, mas
representa somente 0,17% do total de aplicações feitas pelo governo em todo o ano”,
avalia Kirst. “Existem muitas demandas e gargalos da gestão pública que a tecnologia

pode suprir, gerando ganho de produtividade e, muitas vezes, redução de custos.
Tudo isso é benefício para instâncias municipais, estaduais e federais”, finaliza.

Tecnologia corporativa vai para o e-commerce, mercado de R$ 52 bilhões

14/07/2017

Tecnologia / Pesquisa da ABComm mostra que o comércio eletrônico terá faturamento na casa dos R$ 52 bilhões este ano no Brasil. Atenta a este mercado, a CGK, empresa que atua há 30 anos em soluções e serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação, acaba de entrar no e-commerce. A companhia lançou sua loja virtual, com foco em ampliar as vendas ao setor corporativo e end user. 

Conforme o diretor Comercial da CGK, José Guido Kirst, a venda online facilita o encontro das soluções por quem busca poucas licenças de software, por exemplo, ou quem precisa cotar preços de forma fácil, rápida e prática, sem precisar se deslocar. 

A inovação no modelo de negócio da CGK adere às inevitáveis tendências do comércio atual: conforme a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, o e-commerce brasileiro deverá crescer de 10% a 15% em 2017, após encerrar 2016 com alta de 8%. 

Além disso, estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que 90% dos brasileiros com acesso à internet fazem pesquisas online antes de realizar compras em lojas físicas. Ou seja: o e-commerce também deverá alavancar as vendas da CGK no meio offline. 

"Será mais fácil para quem busca as soluções que vendemos fazer pesquisas, cotar preços, consultar funcionalidades etc. No site, o internauta encontra tudo – de softwares de edição de imagem e texto a soluções em armazenamento, backup e disaster recovery, datacenter, segurança da informação, redes, videoconferência e muito mais. Nossos 30 anos de mercado nos garantiram alta credibilidade dos fabricantes de nosso portfólio, o que nos permite contar com parcerias sólidas para oferecer produtos de qualidade com condições adequadas a clientes de todos os portes e segmentos", comenta Kirst. 

Além das soluções mencionadas pelo diretor, o e-commerce da CGK também conta com software para áudio e multimídia, BI, análise de dados e estatística, CAD, BIM e GIS, banco de dados e virtualização, design gráfico, webdesign e fotografia, EAD e soluções educacionais, produtividade e apresentações profissionais, projetos e desenvolvimento de sistemas e aplicações, publishing, documentos eletrônicos e PDF, redes e monitoramento, soluções na nuvem (cloud), suporte, manutenção e inventário, utilitários e soluções profissionais, vídeo, 3D e games. 

O catálogo de fabricantes parceiros inclui Adobe (da qual a CGK é revenda Gold), Autodesk, AVG, Balsamiq, Corel, Cyberlink, Dolphin, Eloquence, Enfocus, Enterprise Architect, ESET, Filemaker, Indomedia, Kaspersky, Microsoft, Nero, Nuance, Mindjet, Paessler, Parallels, Parlí, PL/SQL, SAP, Seagull Scientific, Techsmith e Zbrush, entre outros.

Também é possível encontrar no site informações sobre os serviços da CGK, que incluem CIO as a Service, Consultoria em Gestão e Serviços de TI, Gerenciamento de projetos, Gestão de capacidade, renovação e expansão de TI, Implantação e desenvolvimento de sistemas, Mentoring para gestores de TI, Revisão e melhoria de processos, Seleção e implantação de soluções de tecnologia.

fontes: InfoMoney
            Exame
            Terra
            Agência O Globo
            Negócios em Foco

Brasileiros lançam serviço que reduz custo de gestão de Tecnologia

13/07/2017

Um gestor de Tecnologia (CIO, do inglês Chief Information Officer) tem custo salarial médio de R$ 20 mil a R$ 40 mil mensais para pequenas e médias empresas, segundo levantamento da consultoria Robert Halff.

Um investimento alto que nem toda empresa pode fazer. Mas é possível contar com gestão profissional da Tecnologia (redes, softwares, máquinas, projetos, pessoas) sem arcar com o custo da contratação de um CIO. A CGK, empresa especializada em produtos e serviços de Tecnologia para os setores corporativo, educacional e de governo, lança o CIO as a Service, serviço que permite a PMEs contar com a gestão da TI por um CIO sem o ônus de ter de contratá-lo, pagando um valor fixo mensal.

O serviço é indicado, ainda, para empresas cuja área de Tecnologia é demasiadamente técnico e necessita evolução do alinhamento estratégico ao negócio por meio de uma melhor condução de suas ações e projetos, integrando as tecnologias usadas às estratégias e rotinas de todas as áreas.

O CIO as a Service consiste na gestão estratégica de TI da empresa de forma a estabelecer um processo contínuo de governança de TI. Para isto, a CGK realiza uma análise detalhada da TI e das soluções atuais, comparando com as necessidades do negócio e definindo a estratégia de longo prazo da TI, estruturas, serviços, processos e sistemas que sejam mais aderentes ao negócio, além de um plano de melhorias a ser estabelecido.

Além disto, os processos e controles de governança, gestão financeira de TI, projetos e demandas serão construídos e acompanhados periodicamente, junto à gestão do negócio e ao time local de TI, para garantir a realização da estratégia.

“Diferentemente do que hoje é oferecido por consultorias, que entregam serviços para determinado projeto ou período de tempo, no CIO as a Service tem-se a visão de continuidade e comprometimento constante com a estratégias e o negócio do cliente, sendo possível estudar demandas e evoluir processos, gerenciando a TI sob a ótica de um gestor efetivamente inteirado ao ambiente, a um custo fixo mensal”, comenta Paulo Garcia, Diretor Executivo da CGK e responsável pela nova oferta. “Desta forma, a governança de TI passa a ser um benefício acessível também a empresas de menor porte, com a vantagem de se ter a gestão de TI muito mais pela perspectiva do negócio, do que de uma perspectiva apenas técnica”, completa.

Não é por acaso que o lançamento do CIO as a Service coincide com a chegada de Paulo Garcia a CGK: o executivo implementou um modelo similar de serviço em um grupo educacional no qual trabalhou anteriormente, no qual foi gestor de TI de 4 instituições de ensino, simultaneamente, englobando 13 diferentes unidades de negócio nas regiões Sul e Sudeste.

“As unidades dispersas geograficamente requeriam muita eficácia, acurácia, assertividade e alinhamento nos processos de TI. A implementação de um modelo padrão de gestão e governança a ser seguido por cada uma das unidades resultou em ganho de produtividade, melhoria no aproveitamento de investimentos, aplicações e recursos humanos, bem como a otimização dos custos de TI”, conta o executivo.

A criação do CIO as a Service também faz parte da missão de Paulo Garcia em seu posto de Diretor Executivo da CGK, que inclui a expansão de mercado e do portfólio da companhia.

“Queremos crescer em serviços e projetos de Tecnologia, com foco no desenho, seleção e implantação de soluções corporativas de sistemas e aplicações, consultoria em gestão e processos de TI, gerenciamento de projetos, definição e acompanhamento da estratégia de TI”, destaca ele.

Antes de entrar na CGK, Garcia Jr. atuou por 11 anos no grupo Laureate Education, tendo ocupado cargos de diretor e gerente de TI em diversas instituições de ensino do grupo nas regiões Sul e Sudeste. Além disso, foi professor na UniRitter e La Salle.

O Diretor Comercial e fundador da CGK, José Guido Kirst, salienta que a nova oferta de gestão de TI como serviço é um divisor de águas apresentado pela empresa ao mercado. “É algo inovador, sem precedentes. Temos muita experiência acumulada, com profissionais muito capacitados, para entregar este serviço com a excelência necessária”, explica.

A experiência de Kirst também agrega ao serviço. O executivo, hoje com 83 anos, já vivenciou diversos momentos e fases que se confundem com a própria evolução do mercado de TI do Brasil – a CGK abriu suas portas em 1987, quando Kirst se aposentou, então no cargo de primeiro Gerente de Sistemas da Petróleo Ipiranga, corporação para a qual foi chamado para operar o “cérebro eletrônico” que havia sido comprado e para o qual a companhia precisava de um profissional com raciocínio lógico para operação.

 

CGK lança CIO as a Service para auxiliar PMEs na gestão da TI

07/07/2017

Serviço permite a pequenas e médias empresas contarem com os serviços de um CIO experiente a um custo pago mensalmente, no mesmo formato de serviços e soluções em nuvem.

A CGK, empresa especializada em produtos e serviços de Tecnologia para os ambientes corporativo, de ensino e de governo, lançou o CIO as a Service. Como o próprio nome diz, trata-se da oferta de terceirização do líder de tecnologia, um serviço voltado a pequenas e médias empresas que contam com equipes de TI enxutas, com estrutura que não justifique a contratação de um gestor interno e permanente.

Basicamente, o Cloud CIO consiste na realização da gestão estratégica de TI da empresa de forma a estabelecer um processo contínuo de governança de TI. O serviço é pertinente para as empresas que precisam de gestão profissional do uso da tecnologia, das soluções, sistemas e infraestrutura providas pela área. Além disso, companhias que possuem equipes de TI com foco demasiadamente técnico e necessitam evoluir o alinhamento estratégico ao negócio também podem se beneficiar.

Segundo a CGK, a oferta é diferente do que é oferecido pelas consultorias, pois estas entregam serviços para determinado projeto ou período de tempo. No CIO as a Service, a empresa aponta que há uma visão de continuidade e comprometimento com a estratégia e o negócio do cliente, sendo possível estudar demandas e evoluir processos a um custo fixo mensal.

Para isto, será realizada uma análise detalhada da TI e das soluções atuais, comparando com as necessidades do negócio e definindo a estratégia de longo prazo da TI, estruturas, serviços, processos e sistemas que sejam mais aderentes ao negócio, além de um plano de melhorias a ser estabelecido.

Além disto, os processos e controles de governança, gestão financeira de TI, projetos e demandas serão construídos e acompanhados periodicamente, junto à gestão do negócio e ao time local de TI, para garantir a realização da estratégia.

“Desta forma, a governança de TI passa a ser um benefício acessível também a empresas de menor porte, com a vantagem de se ter a gestão de TI muito mais pela perspectiva do negócio, do que de uma perspectiva apenas técnica”, diz o comunicado da empresa.

A criação do CIO as a Service faz parte da iniciativa da CGK de expandir seu mercado e seu portfólio de produtos e serviços. A empresa quer crescer em serviços e projetos de tecnologia, com foco no desenho, seleção e implantação de soluções corporativas de sistemas e aplicações, consultoria em gestão e processos de TI, gerenciamento de projetos, definição e acompanhamento da estratégia de TI. “O trabalho de CIO as a Service engloba muitas destas áreas, ofertadas como serviço. É praticamente como falar em um Cloud CIO”, ressalta a CGK.

fonte: ipnews

CGK entra no e-commerce

04/07/2017

Venda online facilita o encontro das soluções por quem busca poucas licenças de software ou quem precisa cotar preços de forma fácil, rápida e prática, sem precisar se deslocar

 

A CGK acaba de entrar no e-commerce. A companhia lançou sua loja virtual, com foco em ampliar as vendas ao setor corporativo e end user. Conforme o diretor Comercial da CGK, José Guido Kirst, a venda online facilita o encontro das soluções por quem busca poucas licenças de software, por exemplo, ou quem precisa cotar preços de forma fácil, rápida e prática, sem precisar se deslocar.

A inovação no modelo de negócio da CGK adere às inevitáveis tendências do comércio atual: conforme a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, o e-commerce brasileiro deverá crescer de 10% a 15% em 2017, após encerrar 2016 com alta de 8%.

Além disso, estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que 90% dos brasileiros com acesso à internet fazem pesquisas online antes de realizar compras em lojas físicas. Ou seja: o e-commerce também deverá alavancar as vendas da CGK no meio offline.

“Será mais fácil para quem busca as soluções que vendemos fazer pesquisas, cotar preços, consultar funcionalidades etc. No site, o internauta encontra tudo – de softwares de edição de imagem e texto a soluções em armazenamento, backup e disaster recovery, datacenter, segurança da informação, redes, videoconferência e muito mais. Nossos 30 anos de mercado nos garantiram alta credibilidade dos fabricantes de nosso portfólio, o que nos permite contar com parcerias sólidas para oferecer produtos de qualidade com condições adequadas a clientes de todos os portes e segmentos”, comenta Kirst.

Além das soluções mencionadas pelo diretor, o e-commerce da CGK também conta com software para áudio e multimídia, BI, análise de dados e estatística, CAD, BIM e GIS, banco de dados e virtualização, design gráfico, webdesign e fotografia, EAD e soluções educacionais, produtividade e apresentações profissionais, projetos e desenvolvimento de sistemas e aplicações, publishing, documentos eletrônicos e PDF, redes e monitoramento, soluções na nuvem (cloud), suporte, manutenção e inventário, utilitários e soluções profissionais, vídeo, 3D e games.

O catálogo de fabricantes parceiros inclui Adobe (da qual a CGK é revenda Gold), Autodesk, AVG, Balsamiq, Corel, Cyberlink, Dolphin, Eloquence, Enfocus, Enterprise Architect, ESET, Filemaker, Indomedia, Kaspersky, Microsoft, Nero, Nuance, Mindjet, Paessler, Parallels, Parlí, PL/SQL, SAP, Seagull Scientific, Techsmith e Zbrush, entre outros.

Também é possível encontrar no site informações sobre os serviços da CGK, que incluem CIO as a Service, Consultoria em Gestão e Serviços de TI, Gerenciamento de projetos, Gestão de capacidade, renovação e expansão de TI, Implantação e desenvolvimento de sistemas, Mentoring para gestores de TI, Revisão e melhoria de processos, Seleção e implantação de soluções de tecnologia.

O lançamento do e-commerce acompanha a renovação do modelo de negócios da CGK, que após 30 anos de mercado, este ano lançou uma Diretoria de Serviços, inovou com ofertas como o CIO as a Service, e contratou um Diretor Executivo – Paulo Garcia, que veio de anos à frente da TI das instituições de ensino do grupo Laureate Education.

 

fonte:Decision Report

Documentação corporativa: digitalizar é crescer

30/06/2017

José Guido Kirst, diretor da CGK

Por ano, os gestores de uma empresa perdem, em média, quatro semanas na tarefa de

procurar informações devido a falhas na organização de dados e documentos. Diariamente,

7,5% do tempo de expediente de colaboradores é perdido na mesma tarefa.

Os dados são da Associação Brasileira de Gerenciamento de Documentos. E vão além,

mostrando que todo ano entre 3% e 5% dos arquivos de uma empresa são perdidos ou

extraviados, gerando um custo de recriação de US$ 120 por documento.

Analisando estes dados, fica claro que o gerenciamento eficiente de documentos é

imprescindível a toda empresa que deseje tornar-se mais competitiva. Digitalizar é imperativo

para o crescimento.

Isto vale para todos os setores. No jurídico, por exemplo, a economia com a substituição de

documentos em papel por digitalizados, ou a troca de softwares engessados por soluções

avançadas, que permitam melhor manejo dos materiais, pode ser a diferença entre

estagnação e expansão.

Imagine um escritório de advocacia que usa PDFs comuns para tramitação de processos nas

diversas instâncias, tendo que cortar os extensos conteúdos em dezenas ou centenas de

arquivos para fazer caber na capacidade de envio de e-mails e outros sistemas, como os

próprios sistemas dos tribunais e órgãos correlatos. Ainda, a cada mudança nos conteúdos, os

advogados precisam refazer os arquivos e gerar novos PDFs, recomeçando do zero toda a saga

de divisão por tamanho em KB.

Agora substitua tal situação pelo uso de uma solução que gere PDFs editáveis, nos quais

alterações podem ser feitas sem necessidade de geração de novos documentos, que permitam

o trabalho colaborativo de equipes via Internet e que, de quebra, reduza o tamanho dos

arquivos finais em 5 a 6 vezes. O mesmo resultado obtido no fim, mas com infinitamente

menos erros, tempo, trabalho e, mais importante, menos retrabalho.

Esta tecnologia existe e deve ser adotada por empresas que busquem melhorar suas rotinas e

otimizar seus recursos sem perder tempo nem dinheiro.

O setor jurídico é apenas um exemplo. Outros, como saúde, varejo e tantos mais podem se

beneficiar da digitalização e gestão inteligente de documentos para melhorar seus resultados

de negócio.

Para tanto, há no mercado tecnologias exponenciais para a obtenção e registro legítimos de

assinaturas. Não é mais necessário enviar arquivos físicos para serem assinados, acarretando

custos de transporte/envio e os riscos de perda, rasura e outros envolvidos neste processo.

Preenchimento de documentos via digital, conversão de arquivos físicos e eletrônicos de

sistemas tradicionais de edição de texto para documentos em PDF editáveis, troca de

documentos via Internet com segurança, possibilidade de colaboração entre profissionais

dispersos e garantias legais: tudo isso está disponível, basta apostar na tecnologia.

Um levantamento do Instituto Information Management (AIIM) concluiu que, ao mesmo

tempo em que cresce 20% ao ano o uso de papel nas empresas, o número de companhias que

buscam o ideal de zero paper subiu de 9% para 16% nos últimos três anos.

O emprego da tecnologia para o tratamento, operação e transporte de documentos é parte

fundamental da Transformação Digital. Benefícios demais para ficar de fora.

fonte:executivos financeiros

Ex-Laureate assume diretoria da CGK

08/06/2017

Paulo Garcia Jr. acaba de assumir o cargo de diretor executivo CGK Tecnologia, empresa com sede em Porto Alegre e atuação nacional em soluções de TI para os setores educacional, corporativo e de governo.

 

              


Antes, Garcia Jr. atuou por 11 anos no grupo Laureate Education, tendo ocupado cargos de diretor e gerente de TI em diversas universidades do grupo no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Além disso, foi professor na UniRitter.

O novo diretor da CGK é mestre em ciências da computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e possui especialização em gestão empresarial pela Universidade Anhembi Morumbi, além de formação complementar em gestão de negócios pela Harvard Business School.

No novo posto, Garcia Jr. terá como missão desenvolver o portfólio de serviços da CGK. 

"O momento é de crescer em serviços e projetos de tecnologia, com foco no desenho, seleção e implantação de soluções corporativas de sistemas e aplicações, consultoria em gestão e processos de TI, gerenciamento de projetos, definição e acompanhamento da estratégia de TI", destaca o novo diretor.

Para José Guido Kirst, diretor da CGK, a chegada de Garcia Jr. representa um ganho extraordinário na qualificação técnica e no acréscimo de experiência. 

“O novo diretor representa a inovação que a CGK desejava apresentar aos seus clientes ao comemorar 30 anos de mercado", destaca.

Hoje a CGK tem uma forte presença com tecnologia da Adobe no segmento de educação.

A empresa fechou um negócio inédito no país nesse segmento, com a compra em consórcio de 10 mil licenças de softwares da Adobe por oito universidades gaúchas.

Recentemente, a CGK criou um e-commerce, que facilita a compra de produtos por empresas de todos os portes e segmentos, além de incrementar o portfólio com soluções de documentação eletrônica, entre outras. 

A CGK também lança em 2017, quando a meta é crescer 25% sobre 2016, seu Portal de Treinamentos Online.

 

Autor: Júlia Merker
fonte:Baguete

CGK Aparece nas notícias Em seu aniversário !!

08/05/2017

Em um mercado em que a taxa de sobrevivência geral das empresas é de 4 anos, sendo que mais da metade fecha antes deste período, segundo dados do IBGE, chegar aos 30 anos de negócio é um feito notável.

 

                  


 

A CGK, companhia com sede em Porto Alegre-RS especializada na representação de soluções de ponta em TI, comemora este feito com resultados importantes: além de se consolidar fortemente como parceira Adobe, fabricante da qual a CGK é Gold Partner e que responde por 81% da receita total da empresa gaúcha, também cresceu muito em nichos como o educacional, além de expandir estratégias para os ramos corporativo e de governo.

Hoje, da fatia Adobe na receita da CGK, 78% vem do mercado de educação, 20% do segmento corporativo e 2% do setor público.

O destaque no mercado de instituições de ensino é um dos marcos da história da CGK. A companhia é forte neste segmento há vários anos, tendo conquistado contratos como o do COMUNG - Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas, que iniciou em 2013 envolvendo toda a plataforma de software Adobe para o setor de ensino e obteve expansão em 2016, chegando a 8 das 15 universidades que compõem o consórcio: PUC-RS, UNISINOS, FEEVALE, UNISC, UNIVATES, UPF, UNIJUÍ E UNIFRA.

O contrato, segundo o diretor da CGK, Guido Kirst, concentra mais de 10 mil FTEs (Full-Time Equivalent, licença da Adobe para o nicho educacional).

"Todas as universidades atendidas têm o que existe de melhor da Adobe, incluindo soluções para web, vídeo, imagem, tudo o que se refere à Creative Cloud (suíte Adobe que reúne mais de 20 produtos), além de serviços e suporte, todos prestados pela Adobe através da CGK", destaca Kirst.

Já consolidada no mercado de educação, agora a meta da CGK é ampliar sua participação no segmento corporativo e de governo - neste último, a estratégia de expansão já vem dando resultados, com a vitória recente em uma licitação na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Para alcançar o crescimento pretendido, a empresa investe em diversas ações, entre elas o lançamento de um e-commerce, que facilita a compra de produtos por empresas de todos os portes e segmentos, além de incrementar o portfólio com soluções de documentação eletrônica, entre outras.

A CGK também lança em 2017, quando a meta é crescer 25% sobre 2016, seu Portal de Treinamentos Online, voltado à capacitação de clientes de todos os setores nos diversos nichos de soluções que a companhia oferece.

 

A HISTÓRIA

 
Aos 30 anos de mercado, a CGK já passou por inúmeros momentos e fases que se confundem com a própria evolução do mercado de TI do Brasil. A empresa abriu suas portas em 1987, quando Guido Kirst se aposentou, então no cargo de primeiro Gerente de Sistemas da Petróleo Ipiranga, corporação para a qual foi chamado para operar o "cérebro eletrônico" que havia sido comprado e para o qual a companhia precisava de um profissional com raciocínio lógico para operação.

Vindo de uma carreira como professor de Matemática e Inglês, Kirst teve, ainda, outras incursões importantes no mundo da TI, como a participação na fundação da SUCESU-RS, onde também foi presidente por 8 anos, e a atuação como vice-presidente na SUCESU Nacional.

Não por acaso, o primeiro contrato da CGK foi com a Petróleo Ipiranga. "Iniciamos como uma consultoria de implantação de sistemas e treinamento em informática. Fui chamado para atender a muitas empresas de conhecidos, alguns haviam sido meus alunos ou pais de alunos, como, Rudder Segurança, Plínio Fleck (Campo Bom) e Refinaria Ipiranga (Rio Grande).

"Informática era um mercado em construção, as organizações ainda não sabiam muito bem como utilizá-la. Cheguei a dar cursos de Informática para Executivos só para mostrar a gestores o que eles poderiam fazer com um computador", conta Kirst. "Isso na época da reserva de mercado em que o computador mais poderoso tinha 64 bits, e se fazia rede com isso", relembra.

No final de 1987 a CGK entrou no ramo de venda de Informática, passando a representar o produto de uma empresa carioca também fundada por um ex-aluno de Kirst. Daí em diante, é história: a CGK teve em seu portfólio produtos como o editor de texto Carta Certa, a linguagem Cobol, o gerador de relatórios Crystal Reports, e outros, até chegar na ampla oferta de Adobe, Corel, Microsoft, Kaspersky, AVG e demais produtos que tem hoje.

"Iniciamos as atividades no primeiro dia útil após minha aposentadoria. Foi como ter algo a fazer. Fui logo chamado para ser consultor e instrutor. Hoje, ao olhar para trás, vemos uma história construída sobre muita persistência, capacidade de reinvenção e trabalho focado e especializado. Temos muito orgulho da história que construímos e projetamos ainda vários anos de crescimento e sucesso", destaca Kirst.

Materia https://www.terra.com.br/noticias/dino/no-brasil-empresas-fecham-antes-dos-4-anos-como-modificar-esta-realidade-empresa-mostra,e679a28b6278b8f0995a16af10d8fe62715do8hl.html

 

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